NÃO É COR-DE-ROSA

Finalmente cheguei a um título para a história que eu vinha chamando de Fábrica. Será: Não é cor-de-rosa. Levei uns bons anos e um bocado de massa cinzenta para chegar a essa conclusão (acabei de escrevê-la em 2006). Todo esse tempo, a questão da necessidade de um título ficou trabalhando na minha mente em segundo plano – é como eu chamo quando fico pensando sem prestar atenção conscientemente. Embora outras soluções tenham surgido nesse meio tempo, nenhuma me agradou. Mesmo esse título escolhido já está andando pela minha cabeça faz algum tempo mas só agora resolvi oficializar a decisão. Aos poucos, vou mudando o termo nos textos em que ele já apareceu.

Aparentemente, Fábrica e Não é cor-de-rosa podem não ter muita relação entre si e, se Fábrica se relaciona ao texto desde a primeira cena – operários saindo da fábrica após o dia de trabalho – Não é cor-de-rosa se relaciona ao primeiro encontro entre Alex e Caty, quando ele diz que a vida real não é como ela pensa ser. Depois, essa questão da cor vai acompanhando o desenrolar da história, para concluir que, se não é cor-de-rosa, então…

Posted on: 21 de novembro de 2012Mônica Cadorin

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